Pela DUM

Pela USG

Diferenças maiores que 5 a 7 dias nos exames realizados até 14 semanas justificam adotar a datação ultrassonográfica como referência principal. Após o primeiro trimestre, a margem de erro aumenta, mas a USG ainda tende a oferecer melhor acurácia do que a DUM em cenários de dúvida.

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1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre
Consultas mensais Consultas quinzenais Consultas semanais
Limite para solicitação de laqueadura
Diagnóstico se bHCG (+) ou > 2.000 BCF audível AFU mensurável
Exames
Hemograma*, ABO-Rh, glicemia de jejum, anti-HIV, anti-HTLV, VDRL**, toxoplasmose***, Anti-HCV, HBsAg, EAS, urocultura

* anemia se Hb <11; ** mensal se positivo; *** trimestral se suscetível (IgG negativo).

Hemograma, glicemia de jejum, anti-HIV, anti-HTLV, VDRL, toxoplasmose, Anti-HCV, HBsAg, EAS, urocultura
Coombs indireto* // Carga viral 1 (se HIV) + Carga viral 2 (2-4 semanas após início de TARV)

* mensal se risco de aloimunização, fazer imunoglobulina a partir de 28 sem., sem necessidade de repetir exame após.

TOTG (exceto se DM ou DMG diagnosticadas) Carga viral (se HIV)
USG 1º trimestre* - doppler se alto risco**

* avalia translucência nucal, osso nasal, ducto venoso; ** HAS, risco de PE, RCIU, mobilidade reduzida, DM, ILA alterado ou gemelares.

USG 2º trimestre (morfológica) USG 3º trimestre (ILA e posição)
Swab anal para EGB
Suplementações e medicamentos
Ácido fólico 400 mcg/dia
Imunoglobulina anti-D 300 mcg (se risco de aloimunização)
Sulfato ferroso 40 mg de ferro elementar/dia (01 comp. antes do almoço)
AAS 100mg/d Limite para começar AAS
Progesterona micronizada 200 mcg/dia, via vaginal, à noite
Imunizações
Covid-19 e Influenza nas campanhas
dTpa
Vírus sincicial respiratório (BVA)

Referências

  1. BRASIL, Ministério da Saúde. Manual de gestação de alto risco. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2023. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_gestacao_alto_risco.pdf
  2. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco. Cadernos de Atenção Básica, n. 32. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/caderno_32.pdf
  3. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO. Manual de orientação gestação de alto risco. Comissões Nacionais Especializadas Ginecologia e Obstetrícia, 2011:220p. Disponível em: https://pt.scribd.com/doc/88962406/Manual-Gestacao-Alto-Risco-2011
  4. HALL, John E. Guyton y Hall. Tratado de fisiología médica. Elsevier Health Sciences, 2011.
  5. Núcleo de Telessaúde Rio Grande do Sul. Quantas vezes e em que período gestacional deve-se solicitar ultrassonografia obstétrica? Segunda Opinião Formativa. 2018. ID: sofs-37617. Disponível em: https://aps-repo.bvs.br/aps/quantas-vezes-e-em-que-periodo-gestacional-deve-se-solicitar-ultrassonografia-obstetrica/
  6. Núcleo de Telessaúde Rio Grande do Sul. Que exames devem ser solicitados no acompanhamento do pré-natal de baixo risco? Segunda Opinião Formativa. 2018. ID: sofs-4509. Disponível em: https://aps-repo.bvs.br/aps/que-exames-devem-ser-solicitados-no-acompanhamento-do-pre-natal-de-baixo-risco/
  7. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres/Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília: Ministério da Saúde, 2015. Disponível em: http://sms.sp.bvs.br/lildbi/docsonline/get.php?id=7560